quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

"Qual é o problema?" - resposta: "não ignorar a realidade"

Rosane de Oliveira em sua página 10 do jornal Zero Hora (Porto Alegre), do dia 24 de janeiro, sob o título "Qual é o problema?" reproduz fala da ex-secretária estadual de educação, que diz não compreender o baixo desempenho dos alunos municipais de Porto Alegre no IDEB, já que os professores da rede ganham três vezes mais que os estaduais. Creio que as nobres senhoras não devem conhecer sequer uma vila da capital, bem como as especificidades das mesmas. Não tem a noção de que a maioria das crianças só tem na escola o refúgio perante as mazelas sociais em que vivem: negligência, violência, abuso, tráfico, necessidade de inúmeros atendimentos extra-escolares e sem acesso a nenhum. Fora que as escolas municipais incluem, enquanto muitas das estaduais fecham as portas para os alunos com necessidades especiais. Peço às indagadoras que visitem a Restinga, a Lomba do Pinheiro, a Rubem Berta, o Morro da Cruz, a Bom Jesus, o Sarandi, entre outros.

Em tempo: professores municipais de Porto Alegre não ganham o triplo do que professores estaduais gaúchos, os professores estaduais é que sobrevivem ganhando três vezes menos que os docentes do município.

sábado, 8 de janeiro de 2011

A Prática Pedagógica apoiada por mídias Web 2.0 no Ensino Fundamental: estudo do uso de blogue

Este é o título da monografia a qual estive envolvida desde o mês de agosto do ano passado, entreguei em dezembro e apresentei no último dia 4 à banca do Centro Interdisciplinar de Tecnologias na Educação (CINTED) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com a finalidade de obter o título de Especialista em Mídias na Educação. O trabalho foi árduo, em cojunto com minhas atividades docentes, o fiz com bastante empenho e agora estou com aquela sensação ótima de dever cumprido. 

Segue os slides apresentados na ocasião da banca:

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal Digital

Um feliz Natal a todos, com muita saúde, alegria, paz, prosperidade e amor. E que relembremos o nascimento do menino Jesus, multiplicando o amor ao próximo e a todos os seres do nosso planeta!

Compartilhado no Facebook pelo perfil do Educação Sem Distância, este vídeo muito bem bolado, conta a história do Natal em tempos de Web 2.0. Apreciem, é excelente...


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Não é sobre você que devemos falar, por Ana Maria Gonçalves

Tive acesso a esse brilhate texto que gira em torno do parecer nº 15/10 do MEC favorável a retirada da obra Caçadas de Pedrinho de Monteiro Lobato do Programa Nacional Biblioteca da Escola, através do Buzz de Suzana Gutierrez.


O texto é belíssimo e propicia a reflexão profunda sobre o assunto. Educadores e sociedade em geral devem conhecer esses argumentos antes de sair em defesa da obra do escritor.
Segue o link para acesso a postagem: "Não é sobre você que devemos falar, por Ana Maria Gonçalves"

domingo, 21 de novembro de 2010

20 de novembro - Dia da Consciência Negra

Data referência para o nosso povo, o dia 20 de novembro foi a data da morte de Zumbi, líder do quilombo dos Palmares, o maior quilombo (espaço de resistência a cruel escravidão brasileira, para onde fugiam os escravos), ali viviam além dos negros, índios e brancos pobres em uma sociedade livre, em contraponto ao que existia no Brasil daquela época. O ano da morte foi 1695.

Essa data foi escolhida como referência do nosso povo para homenagear o nosso herói Zumbi. A indicação desta partiu do Movimento Negro portoalegrense, Fundação Palmares, pois antes celebrava-se a data da abolição da escravatura, 13/05, porém com ciência de que essa abolição não foi um ato de bondade do império, e sim fruto da conjuntura política e econômica da época, onde os demais países que utilizaram a mão de obra escrava já o tinham abolido, nada mais justo que referenciar o líder do principal quilombo brasileiro, símbolo da resistência (muitas vezes negada), é que celebramos essa data: 20 DE NOVEMBRO, DIA NACIONAL DA CONSCIêNCIA NEGRA!

Seguem 315 anos da morte de Zumbi e as condições de vida dos afrobrasileiros continuam à margem da sociedade brasileira. Essa realidade precisa mudar.